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Facebook aumenta rendimento escolar e empresarial!

Filha! Liga esse Facebook e vai estudar!
Um recente estudo americano realizado por Reynol Junco, professor da Lock Haven University of Pennsylvania, concluiu que o Facebook não é prejudicial ao rendimento acadêmico dependendo de como ele é usado – dentro de contextualizações e troca de informações pertinentes.
Sim, verificou-se que informações pertinentes às atividades sociais, como o comentário de uma festa, uma foto engraçada ou coisas do gênero, estão correlacionadas com notas baixas.
No entanto, o aumento das notas tem relação direta com a troca de informações pertinentes vistas em aulas, ou compartilhadas, ou comentadas entre colegas.
Vários cursos em universidades envolvem os seus alunos neste ambiente, até então imponente, chamado Facebook… Alunos de Artes Visuais, por exemplo, já vivenciam isso.
Enquanto isso no Brasil, estudando o mercado na prática por anos, nós da L.A. concluímos que quando o Facebook tem realmente uma vida interessante dentro de qualquer empresa, preocupando-se em conviver mesmo com seus consumidores, a nota que ela recebe é no mínimo 9.8 (algumas vezes, pois na maioria a nota é 10!) em matérias como ‘Relacionamento’, ‘Promoções Interativas’ e ‘Atendimento Direto ao Consumidor’.
E convenhamos: quer ‘matérias acadêmicas’ mais importantes do que estas nos mercados de hoje? Saiba mais…
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Brasileiros navegam mais de 70 horas em março
No mês de março os brasileiros passaram, em média 71 horas, 14 minutos e 32 segundos conectados à internet. Esse tempo é 16,8% maior do que o registrado no último mês de fevereiro. Além disso, o número de pessoas que utilizarem a internet de maneira ativa no último mês também cresceu: em março, 37.925 milhões de brasileiros navegaram na internet com freqüência – número 3,3% maior do que o total de internautas ativos em fevereiro.
Os dados fazem parte do relatório mensal divulgado pelo Ibope Nielsen Online, que via mapear o uso da internet no Brasil. Segundo os dados, os brasileiros continuam mais a web e por mais tempo. Ainda de acordo com o Ibope, no último quadrimestre do ano passado, um total de 67.452 milhões de brasileiros tinha acesso a internet por diferentes meios (residência, trabalhos, lan-houses, telecentros, bibliotecas e outros locais).
O número de pessoas que possuem conexão a internet em sua própria casa, entretanto, não mudou. O mês de março manteve o mesmo patamar de 46.986 usuários domiciliares registrados no mês anterior.
Anúncios online
O relatório mensal do ibope também mapeia as áreas dos portais que mais recebem investimentos publicitários. De acordo com o serviço AdRelevance, a subcategoria com maior número de campanhas no mês de março foi a de entretenimento – que agrega os canais próprios canais de entretenimento dos portais. Essa subdivisão abrigou, segundo o Ibope, 1.382 campanhas em março, provindas de 486 anunciantes diferentes. No total, 4.684 peças publicitárias foram veiculadas na multicategoria entretenimento na web em março.
A categoria de Notícia ficou em segundo lugar, recebendo 1.319 campanhas, seguida de Esportes (com 985 campanhas).
fonte: Meio & Mensagem Online
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Como a mulher se relaciona com a Internet?
Você fica curioso em saber como a mulher se relaciona com a Internet? Pensando nisso a Predicta e a Multifocus realizaram a pesquisa Etnografia Digital (método de pesquisa que monitora o público a ser pesquisado em tempo integral), com objetivo de analisar o comportamento da mulher de baixa renda na Internet e fora dela. A pesquisa foi realizada durante 11 dias corridos (16 a 27 de dezembro de 2009), com 50 donas-de-casa com Internet em domicílio, de 25 a 49 anos, residentes em São Paulo e com renda familiar de até 10 salários mínimos, ou seja, nível sócio-econômico C.
Quem é e o que faz na Internet a mulher dona-de-casa da classe C, de 25 a 49 anos?
- 40% passam mais de duas horas por dia conectadas;
- 83% se conectam todos os dias;
- 86% participam de alguma rede social;
- 23% já criaram ao menos uma comunidade;
- 33% consideram a Internet um passatempo melhor do que a televisão;
- 78% se sentem mais globalizadas na Web;
- 15% chegam a se sentir mais inteligentes;
- 26% declaram se sentir totalmente seguras em fazer compras online.
Qual são os hábitos de navegação e como eles repercutem nas atitudes e comportamentos das donas-de-casa internautas de classe C?
- Os registros de navegação apontaram para uma grande atividade desse público na Web: em 11 dias foram registrados 94.250 acessos em 2.700 URLs diferentes;
- Considerando o tipo de sites acessados, 44% da navegação foram em páginas de relacionamento; 38% em sites de informação; 10% em entretenimento; 6% em e-commerce e 2% em serviços.
Outros resultados
Analisando as URLs acessadas percebe-se que, em sites de relacionamento, as redes sociais respondem por 94% dos acessos, sendo o Orkut o mais visitado. O acesso a chats foi significativamente menor, com somente 5%, e os blogs registraram 1%.
Outro dado interessante é que nos sites de busca de informação, apenas 34% dos acessos são para enviar ou receber e-mail, o que mostra a força dos contatos imediatos presentes nas redes sociais. Apenas 10% da procura por informações foram em portais, jornais e revistas, enquanto que “buscadores” foram responsáveis por 56% das visitas.
Já os acessos a serviços são mais distribuídos: Internet Banking foi responsável por 23% das visitas em portais de prestação de serviços, mas perdeu para a busca por emprego, que respondeu por 54% das URLs nessa categoria. O governo vem fazendo um bom trabalho, com 19% do total de navegação em sites de serviços na Web.
Para empresas e anunciantes cuidado com elas: 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.
fonte: Revista Proxxima
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