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Não tem como Não Se Relacionar!
Com um bom planejamento, a execução de uma campanha de marketing é fácil. No entanto, acertar a interação com o cliente potencial, é a parte difícil, e é onde tudo acontece.
Uma vez fui em uma cafeteria de um shopping e percebi que estava bem vazio, e quando entrei para tomar meu café, fui mal atendido, por uma garçonete totalmente sem vontade, sem um sorriso, sem vida.
Imagine essa situação para a sua empresa? Você pode perder negócios por um relacionamento pobre. E essa situação pode fazer com que eu não vá mais nesse estabelecimento.
A mesma coisa pode acontecer, e acontece diariamente, com os call centers, as assistências, suportes, etc.
Daí entra uma peça fundamental: O RELACIONAMENTO. Ou melhor, o poder de relacionamento, e sem percebermos, isso acontece todos os dias por exemplo na web, nas redes de relacionamento.
Por isso fica claro, que qualquer empresa que queira ter sucesso, e prosperidade nos negócios, deve investir num bom marketing de relacionamento.
Sempre temos que pensar que o cliente nem sempre está satisfeito, e é possível reverter e conquistá-los.
Melhor ainda é se já possuímos clientes satisfeitos, pois isso se propaga entre seus amigos.
Redes Sociais, Não tem Como Não Se relacionar!
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Os pequenos cada vez mais conectados.
As crianças ficam em média 60% do tempo total online, conectadas nas redes sociais e msn. Os números são publicados pela comScore, empresa de medição de acessos e tráfego na web.
O estudo levou em conta as cinco regiões geográficas do país.
Números:
4,8 milhões de internautas ( 6 – 14 anos) – 11,9% do total
40,9 milhões de internautas (15-34 anos) – 56,1%
23,4 milhões de internautas (acima de 35 anos) – 32,1%
Então fica claro que na internet, existe um potencial gigantesco, para todos tipos de negócios, de todas as faixas etárias.
Temos que lembrar que, as redes sociais estão cada vez mais ganhando espaço o relacionamento entre clientes e empresas, gerando assim cada vez mais negócios.
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Recrutadores estão de olho nas redes sociais
Perfis mantidos em redes virtuais de relacionamento funcionam como complemento no processo de seleção de candidatos a emprego.
As redes sociais têm um papel cada vez mais importante na busca por novos talentos. Por meio delas, as empresas têm acesso a diversas informações sobre os candidatos, o que facilita na identificação do melhor perfil. Além disso, sem custo algum, distâncias são quebradas e a comunicação com profissionais do mercado é fortalecida.
Para Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção de uma agência de relacionamento digital em Florianópolis (SC), as redes sociais podem ser usadas de duas formas. “Uma delas é o recrutamento, com divulgação de vagas no Twitter, por exemplo, que tem alcance rápido.” Outra alternativa, segundo ela, é buscar candidatos em redes como o Linkedin, ou ainda blogs, comunidades, fóruns e páginas específicas criadas para determinado tipo de profissional.
“O Linkedin funciona como rede de relacionamento profissional. As pessoas colocam informações e experiências e trabalha com conexões. Lá é mais fácil encontrar perfis específicos, pois os currículos são mais estruturados”, explica. Danielle enfatiza que as redes sociais funcionam apenas como ferramenta complementar do processo de seleção. “[A busca em redes] Não exclui entrevista pessoal, mas agiliza o recrutamento e ajuda as empresas a realizarem contratações mais acertadas”, justifica.
Já Orkut e Facebook podem fornecer informações pessoais sobre o candidato. “Nestas redes a empresa consegue ver os interesses do profissional, as comunidades que ele participa e o envolvimento pessoal”, avalia. Para Danielle, a busca de profissionais com ajuda de redes sociais só tende a crescer. “Existem muitos perfis que não estão na rede hoje e se não se adaptarem a este meio nem se atualizarem, poderão ficar para trás”, avisa.
O professor de gestão de recursos humanos da Universidade Norte do Paraná (Unopar), Henrique Gambaro Vieira, alerta para o lado negativo de se ter um perfil na internet. “Tem pessoas que não sabem usar bem a ferramenta. Exposição exagerada e participação em alguns tipos de comunidades podem dificultar a decisão num processo de seleção”, explica. Segundo Vieira, o candidato tem que ter a preocupação em criar um perfil condizente com as próprias qualidades e não colocar em dúvida sua responsabilidade e postura. “O que as pessoas fazem na vida particular tem tudo a ver com o trabalho delas”, resume.
Na Labor Trabalho Temporário as redes sociais ainda não são ferramentas utilizadas na busca por profissionais, mas a empresa não descarta a possibilidade de vir a recorrer a esse expediente. “Nós utilizamos nossa página na internet para veicular vagas. Os candidatos se autoencaminham e isso agiliza nossa pesquisa”, conta a coordenadora de Recrutamento e Seleção da Labor, Célia Liboni. As redes sociais, afirmou ela, poderiam funcionar como complemento para auxiliar na escolha do profissional.
Divulgação e comunicação
O diretor de vendas e intercâmbios da Aiesec – organização internacional de estudantes que funciona dentro da UEL e estudante do quarto ano de engenharia elétrica, Pedro Luiz Elero Júnior utiliza as redes sociais para divulgação, posicionamento e comunicação. “Estamos presentes no Orkut, Facebook e Twitter. As empresas nos procuram para buscar novos talentos”, explica.
AMANDA DE SANTA – Jornal de Londrina
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Números da web em 2009
São números realmente assustadores, veja a pesquisa na integra aqui.
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Por que estar nas redes sociais?
Para Abel Reis, presidente da Agência Click, as empresas não podem ignorar a onda da colaboração
Por Época NEGÓCIOS
As redes sociais se tornarão cada vez mais um espaço de vivência e os frequentadores ativos irão usá-las de forma prática, para auxiliar nas suas escolhas, seja na compra de um novo celular ou na escolha de uma viagem. Por isso, redes sociais não podem ser ignoradas pela comunicação publicitária das empresas. A opinião é de Abel Reis, presidente daAgência Click e um estudioso desse fenômeno. Leia, a seguir, entrevista.
Época NEGÓCIOS Empresas de qualquer área devem ingressar nas mídias sociais? Estar no You Tube, por exemplo, é algo obrigatório?
Abel Reis - Pensar o relacionamento com clientes e fornecedores a partir de uma perspectiva colaborativa é hoje uma oportunidade de diferenciação e passará a ser um imperativo para os negócios nos próximos anos. Isso é bem evidente para as marcas de forte apelo simbólico junto aos consumidores. É menos evidente para marcas com características B2B (Business to Business). Mas mesmo aqui lembro portais como o Innocentive, do qual grandes fornecedores das indústrias aeronáutica ou química tiram proveito para seus negócios.
Redes sociais se tornarão crescentemente um espaço de vivência ou pelo menos de referência para as pessoas. Mesmo aqueles que não são frequentadores ativos das redes irão usá-las de forma prática para auxiliar nas suas escolhas, seja na de um novo celular, uma viagem ou uma nova TV.
Por essas razões, redes sociais não podem ser ignoradas pela comunicação publicitária das marcas. Mesmo as marcas mais “tímidas”, ou supostamente menos atraentes, podem no mínimo aprender e derivar insights com base na simples observação de comentários e contribuições dos consumidores presentes nesses espaços, YouTube inclusive.
EN Antes de investir em alguma ferramenta de web 2.0 (blog, redes sociais etc.), como a empresa deve se estruturar para atende às novas demandas?
Reis - Abrir-se à participação dos consumidores significa pensar um novo modo de conduzir as ações de comunicação. Esse novo modo é de “tempo real” e intensamente apoiado no diálogo com o consumidor. As implicações são relevantes para a estrutura das áreas de marketing e, eventualmente, para a própria estrutura da empresa a depender do ramo de negócio. Sendo assim, as empresas devem se preparar para engajar-se ativamente no acompanhamento das redes sociais, na produção de conteúdos e intervenções relevantes ao consumidor nesses espaços, e na gestão de fornecedores especializados no tema.
EN Como uma empresa deve reagir a comentários negativos em comunidades, blogs e no seu próprio site corporativo?
Reis - Transparência é o nome do jogo. Comentários negativos devem ser respondidos de forma franca e objetiva. A “tentação” é a de poupar desgastes, mas, a meu ver, a verdade será sempre a melhor saída. As marcas devem fazer da queda um passo da dança.
EN Com que tipo de exercício a companhia consegue descobrir o tom que deve usar em redes sociais e até mesmo se deve estar nas redes sociais?
Reis - Deve levantar e analisar cases consagrados, assim o que estão fazendo concorrentes e similares. Em seguida, deve planejar de forma estruturada para entrar nesses espaços.
EN Podemos dizer que as iniciativas na web 2.0 serão resultado de tentativas bem ou mal-sucedidas ainda por muito, muito tempo?
Reis - O desafio da conversa franca e aberta com seus clientes não é trivial. Exige uma postura de aprendizado permanente. Quando fazíamos comunicação predominantemente de modo unidirecional (broadcast), ainda que não completamente, tudo era mais controlável e previsível. Fazer comunicação por meio de diálogos abertos em tempo real (blogs, Messenger, Twitter), impõe nova atitude, um novo modo de enxergar o próprio negócio. Quanto tempo leva isso? Diria que a vida inteira.
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