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Terrorismo virtual acaba com o 0800!
Ai a prova de que as redes sociais são a melhor forma de se relacionar. Um mané aqui da nossa equipe comprou no Walmart e teve um probleminha… Nada adiantou ligar pro tal 0800 e nem encarar as 300 pessoas na fila do chat, mas foi rapidinho pra resolver depois de meter o pau neles nas redes sociais. Houve até telefonema de diretor financeiro de operações digitais pedindo desculpas e solucionando também de uma forma mais ágil. Então na boa, abram mais o olho pra web nobres, porém atrasados, empresários.
Fabrício Santesso.
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Ford lança Explorer 2011 pelo Facebook
Para aqueles que ainda não acreditam no poder da publicidade nas redes sociais. A Ford lançou hoje, pela primeira vez, um carro através do Facebook
Trata-se do Explorer 2011, em que a marca abriu mão das tradicionais apresentações através de feiras de automóveis, e está recriando a experiência dentro da maior rede social do mundo com o canal facebook.com/FordExplorer
É que além de revelar o carro em si – assista o vídeo abaixo – com hora marcada e tudo, a Ford está publicando uma série de vídeos e realizando eventos ao longo do dia. O objetivo é gerar conversação entre os consumidores com os executivos e engenheiros responsáveis pelo novo Explorer.
A mídia em torno do lançamento, veiculada em portais, jornais e TV, também é toda direcionada a levar audiência para o canal da campanha no Facebook.
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Os pequenos cada vez mais conectados.
As crianças ficam em média 60% do tempo total online, conectadas nas redes sociais e msn. Os números são publicados pela comScore, empresa de medição de acessos e tráfego na web.
O estudo levou em conta as cinco regiões geográficas do país.
Números:
4,8 milhões de internautas ( 6 – 14 anos) – 11,9% do total
40,9 milhões de internautas (15-34 anos) – 56,1%
23,4 milhões de internautas (acima de 35 anos) – 32,1%
Então fica claro que na internet, existe um potencial gigantesco, para todos tipos de negócios, de todas as faixas etárias.
Temos que lembrar que, as redes sociais estão cada vez mais ganhando espaço o relacionamento entre clientes e empresas, gerando assim cada vez mais negócios.
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Por que estar nas redes sociais?
Para Abel Reis, presidente da Agência Click, as empresas não podem ignorar a onda da colaboração
Por Época NEGÓCIOS
As redes sociais se tornarão cada vez mais um espaço de vivência e os frequentadores ativos irão usá-las de forma prática, para auxiliar nas suas escolhas, seja na compra de um novo celular ou na escolha de uma viagem. Por isso, redes sociais não podem ser ignoradas pela comunicação publicitária das empresas. A opinião é de Abel Reis, presidente daAgência Click e um estudioso desse fenômeno. Leia, a seguir, entrevista.
Época NEGÓCIOS Empresas de qualquer área devem ingressar nas mídias sociais? Estar no You Tube, por exemplo, é algo obrigatório?
Abel Reis - Pensar o relacionamento com clientes e fornecedores a partir de uma perspectiva colaborativa é hoje uma oportunidade de diferenciação e passará a ser um imperativo para os negócios nos próximos anos. Isso é bem evidente para as marcas de forte apelo simbólico junto aos consumidores. É menos evidente para marcas com características B2B (Business to Business). Mas mesmo aqui lembro portais como o Innocentive, do qual grandes fornecedores das indústrias aeronáutica ou química tiram proveito para seus negócios.
Redes sociais se tornarão crescentemente um espaço de vivência ou pelo menos de referência para as pessoas. Mesmo aqueles que não são frequentadores ativos das redes irão usá-las de forma prática para auxiliar nas suas escolhas, seja na de um novo celular, uma viagem ou uma nova TV.
Por essas razões, redes sociais não podem ser ignoradas pela comunicação publicitária das marcas. Mesmo as marcas mais “tímidas”, ou supostamente menos atraentes, podem no mínimo aprender e derivar insights com base na simples observação de comentários e contribuições dos consumidores presentes nesses espaços, YouTube inclusive.
EN Antes de investir em alguma ferramenta de web 2.0 (blog, redes sociais etc.), como a empresa deve se estruturar para atende às novas demandas?
Reis - Abrir-se à participação dos consumidores significa pensar um novo modo de conduzir as ações de comunicação. Esse novo modo é de “tempo real” e intensamente apoiado no diálogo com o consumidor. As implicações são relevantes para a estrutura das áreas de marketing e, eventualmente, para a própria estrutura da empresa a depender do ramo de negócio. Sendo assim, as empresas devem se preparar para engajar-se ativamente no acompanhamento das redes sociais, na produção de conteúdos e intervenções relevantes ao consumidor nesses espaços, e na gestão de fornecedores especializados no tema.
EN Como uma empresa deve reagir a comentários negativos em comunidades, blogs e no seu próprio site corporativo?
Reis - Transparência é o nome do jogo. Comentários negativos devem ser respondidos de forma franca e objetiva. A “tentação” é a de poupar desgastes, mas, a meu ver, a verdade será sempre a melhor saída. As marcas devem fazer da queda um passo da dança.
EN Com que tipo de exercício a companhia consegue descobrir o tom que deve usar em redes sociais e até mesmo se deve estar nas redes sociais?
Reis - Deve levantar e analisar cases consagrados, assim o que estão fazendo concorrentes e similares. Em seguida, deve planejar de forma estruturada para entrar nesses espaços.
EN Podemos dizer que as iniciativas na web 2.0 serão resultado de tentativas bem ou mal-sucedidas ainda por muito, muito tempo?
Reis - O desafio da conversa franca e aberta com seus clientes não é trivial. Exige uma postura de aprendizado permanente. Quando fazíamos comunicação predominantemente de modo unidirecional (broadcast), ainda que não completamente, tudo era mais controlável e previsível. Fazer comunicação por meio de diálogos abertos em tempo real (blogs, Messenger, Twitter), impõe nova atitude, um novo modo de enxergar o próprio negócio. Quanto tempo leva isso? Diria que a vida inteira.
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10 razões para adotar redes sociais nas empresas
Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.
A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).
Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study – The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:
- As empresas serão ávidas por mudança;
- Inovação de fora para dentro;
- Empresas globalmente integradas;
- Disruptivas por natureza;
- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;
Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.
Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:
- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.
- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;
- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;
- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;
- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;
- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;
- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;
- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;
- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;
- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.
Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.
Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.
Por Marcelo Bastos
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