Posts Tagged "e-commerce"

A evolução humana… Ah, como evoluímos!

O computador chegou pra mudar a nossa vida, e conseguiu! Hoje nos comunicamos mais rapidamente. A tecnologia que antes tinha que estar numa sala, está agora em nossas mãos (literalmente!).

Claro que todos já perceberam que inúmeras tecnologias que víamos em filmes futuristas fazem parte da realidade atual. No entanto, nos filmes futuristas as pessoas não pareciam viver correr daqui pra lá e de lá pra cá, como nós.

Por quê? Refletindo muito (sei…) percebi que recebemos mais informações do que suportamos. Muito mais! (sério?)

Por isso que o conteúdo deve ser identificado, filtrado e selecionado, para que a informação seja pertinente (interessante) de verdade. Afinal, a pessoa precisa querer interagir com aquele conteúdo. Não me refiro à interação digital de encaminhar algo para os amigos, mas a uma interação pautada na emoção que um conteúdo relevante pode gerar.

E como sempre, é ai que a maioria das empresas peca. Elas acham que basta atualizar o seu site, ou blog, ou facebook etc., apenas com informações copiadas.

Agindo assim, fica difícil divulgar uma informação interessante, pensada para agradar ao cliente e não ao dono do negócio.

Acordemos! Hoje, só comunica bem àquele conteúdo que é verdadeiro e original, capaz até mesmo de influenciar a humanidade (quem o ler) a evoluir um pouquinho mais.

Então façamos uma revolução informativa e original em nossos conteúdos, para que possamos evoluir em paz (e com tempo pra ver todos os conteúdos que caem em nossas mãos).

Conteúdo relevante já!

Fabrício Santesso.

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Publicidade Digital funciona até quando não é clicada!



Publicidade na Web funciona até sem querer.


A americana comScore, medidora da audiência na web, disse que banners têm impacto mesmo quando não são clicados. Numa pesquisa com 139 campanhas publicitárias e dois grupos de internautas. O primeiro não viu os anúncios online. O segundo viu. O resultado mostrou que nestes últimos, o acesso posterior aos sites do anunciantes foi 66% maior em relação ao primeiro grupo, que não viu as mensagens publicitárias.

Numa outra pesquisa, agora pela Eyeblaster, verificou-se  o internauta interage com anúncios online cerca de 1 minuto por dia, e que o melhor período a esta interação é o horário das 9 da manhã. Além disso, entre as peças usadas pra web, os que chamam mais atenção são os vídeos e são assistidos em média por 70 segundos, dentro da boa e velha impaciência dos internautas.

Assim, vemos que é bom os empresários entrarem cada vez mais rápido nesse ritmo.

Fonte: Guia do Franchising (www.guiadofranchising.com.br)

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Terrorismo virtual acaba com o 0800!

Ai a prova de que as redes sociais são a melhor forma de se relacionar. Um mané aqui da nossa equipe comprou no Walmart e teve um probleminha… Nada adiantou ligar pro tal 0800 e nem encarar as 300 pessoas na fila do chat, mas foi rapidinho pra resolver depois de meter o pau neles nas redes sociais. Houve até telefonema de diretor financeiro de operações digitais pedindo desculpas e solucionando também de uma forma mais ágil. Então na boa, abram mais o olho pra web  nobres,  porém atrasados, empresários.

Fabrício Santesso.

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Mídia Impressa – The End

Algum dia, não muito distante de hoje, você chegará no seu trabalho deixará a pasta na mesa, se servirá de um café bem quente e pegará seu jornal para ler. Não um maço de papel de 2kg, mas um dispositivo eletrônico de 1cm de espessura — provavelmente flexível — que automaticamente terá feito o download da edição mais recente do seu jornal favorito via rede 3G.

Eu nunca acreditei no fim dos jornais até ter um estalo no meio de uma reunião ao ouvir a frase“o jornal pode não existir mais em 10 ou 15 anos”. Esse não é um assunto exatamente novo, ouço isso desde antes de entrar na faculdade. Mas o estalo rapidamente inundou minha mente com imagens de pessoas lendo jornais em iPads, Kindles, NooksQUEs. Pela primeira vez, eu consegui enxergar o fim do jornal.

Não apenas o jornal que está ameaçado. Mas a mídia impressa e livros como um todo. No começo da semana, a loja virtual mais famosa do mundo, Amazon, anunciou que vendeu mais livros digitais do que capa-dura (formato padrão nos EUA). A proporção foi 180/100. Ou seja, pra cada 1 livro impresso, foram vendidos quase 2 em formato Kindle. E olha que o aparelho está longe de ser popular, estima-se que até 2009 tenham sido vendidos “apenas” 3 milhões. A título de comparação, o iPhone4 vendeu isso em 3 semanas.

Há exatamente três anos, ZERO era o número de readers no mercado. Eu me refiro a um bom reader, não protótipos fracassados. Os números de hoje são bem diferentes e ajudam a explicar porque só agora eu consegui ver a extinção do jornal de papel (e talvez revistas).

  • Kindle: 3 milhões vendidos em até 2009
  • Kindle DX (última versão lançada): ZERO em estoque 1 mês depois do lançamento
  • iPad: 1 milhão de unidades vendidas em 28 dias
  • Nook: 300 mil unidades é a quantidade aproximada que a livraria Barnes&Nobles deve ter vendido do seu leitor nos primeiros 4 meses de vida

Com a exceção do iPad, todos os outros leitores esgotaram seus estoques no lançamento. E só não aconteceu com o aparelho da Apple, porque a empresa de Steve Jobs sabe como se preparar para uma grande demanda .

Tablets (iPad) e readers (Kindle) estão prestes a entrar na vida das pessoas como mp3 players e notebooks fizeram anos atrás. É um grande mercado e empresas gigantes como Sony e Cisco estão se preparando para entrar na briga. O iPad tem se mostrado uma ótima ferramenta de trabalho e o Kindle uma verdadeira biblioteca. No entanto, eles são as estrelas do mercado, ainda são caros e possuem pouco conteúdo em português disponível. Mas isso está prestes a mudar.

Dentro de 10 ou 15 anos, todos nós teremos nossos próprios readers; cafés, consultórios e empresas disponibilizarão os aparelhos para uma leitura rápida e o papel não mais será um elemento essencial para a nossa vida. Da mesma forma que cartas viraram e-mails e documentos  saíram das pastas para dentro do computador. Isso não é o fim da indústria (embora seja o fim das bancas de revistas, sorry guys), o jornal não vai acabar, vai apenas mudar para um modelo que há muito tempo se fala, mas que nunca ninguém viu.

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Ford lança Explorer 2011 pelo Facebook

Para aqueles que ainda não acreditam no poder da publicidade nas redes sociais. A Ford lançou hoje, pela primeira vez, um carro através do Facebook

Trata-se do Explorer 2011, em que a marca abriu mão das tradicionais apresentações através de feiras de automóveis, e está recriando a experiência dentro da maior rede social do mundo com o canal facebook.com/FordExplorer

É que além de revelar o carro em si – assista o vídeo abaixo – com hora marcada e tudo, a Ford está publicando uma série de vídeos e realizando eventos ao longo do dia. O objetivo é gerar conversação entre os consumidores com os executivos e engenheiros responsáveis pelo novo Explorer.

A mídia em torno do lançamento, veiculada em portais, jornais e TV, também é toda direcionada a levar audiência para o canal da campanha no Facebook.

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